Reestruturação da Copel é aprovada

copel logo 03.jpgEmpresa abre braço para segmento em renováveis.
 
A reestruturação da Copel, aprovada pela Assembleia dos Acionistas (AGE) e pelo Conselho de Administração (CAD) da empresa na última semana, foi responsável pela criação da subsidiária Copel Renováveis. Com as aprovações, a Copel passa a ter cinco subsidiárias integrais e uma redução no número de diretorias da holding, que cai de nove para quatro diretorias.
 
As subsidiárias integrais são Distribuição, Geração e Transmissão, Telecomunicações, Renováveis e Participações. A holding fica com as diretorias de Gestão Empresarial; Relações Institucionais; Finanças e Relações com Investidores; e Desenvolvimento de Negócios.
 
Na reunião do Conselho de Administração, após a Assembleia dos Acionistas, foram aprovados os nomes dos diretores executivos na holding e nas subsidiárias. Lindolfo Zimmer continua na presidência da Copel. Os diretores-presidentes das subsidiárias são Vlademir Daleffe, da Distribuição; Jaime de Oliveira Kuhn, da Geração e Transmissão; Adir Hannouche, da Telecomunicações; Jorge Andriguetto Junior, da Renováveis; e Julio Jacob Junior, da Participações.
 
Os diretores da Copel Holding já foram empossados e são: Marcos Domakoski, na Gestão Empresarial; Denise Campanholo Busetti Sabbag, na Relações Institucionais; Luiz Eduardo Sebastiani, na Finanças e Relações com Investidores; e Jonel Nazareno Iurk, na Desenvolvimento de Negócios.
 
Com a reestruturação, a companhia conta com dois novos integrantes na diretoria executiva. Marcos Domakoski é engenheiro civil e mestre em administração. Iniciou sua carreira profissional na Copel, onde trabalhou de 1974 a 1982. Foi diretor da Rio Branco Companhia de Seguros, da Santa Maria Companhia de Papel e Celulose e da Companhia Melhoramentos de São Paulo. Também foi presidente da Associação Comercial do Paraná e professor do curso de Administração da UFPR.
 
Denise Sabbag, que assume Relações Institucionais, está na Copel desde 1983. É engenheira civil com especialização em Finanças Empresarias e MBA em Comercialização de Energia. Ela ocupava a superintendência da Coordenação de Assuntos Regulatórios e Planejamento Estratégico.
 
“As mudanças fazem parte da adequação da companhia às exigências do órgão regulador e também têm o objetivo de se obter uma estrutura mais ágil e de menor custo”, diz o presidente da Copel, Lindolfo Zimmer. “Não haverá alteração societária. A Copel e suas subsidiárias continuarão tendo o Governo do Estado como acionista majoritário.” (Jornal da Energia, 17/10)
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