Nova tecnologia separa urânio do fosfato

07.03.2014 (Jornal da Energia)
Separação garante produção de yellowcake

As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) em parceria com o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN) concluíram o desenvolvimento de uma rota tecnológica capaz de separar o urânio do fostato aproveitando o máximo dos dois elementos. Um contrato foi assinado, no mês passado, entre a INB e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) para regularizar o registro da patente/propriedade da tecnologia.
 
A descoberta foi consequência de um estudo de cinco anos realizado pelos pesquisadores José Waldemar Silva Dias da Cunha e Glória Regina da Silva Willdhagen, com suporte da equipe do IEN e da INB. Os testes foram realizados em primeiramente em laboratórios das duas instituições e a eficácia do processo foi comprovada após um teste de mais de mil horas contínuas, na planta piloto construída na unidade da INB no município de Caldas, Minas Gerais.
 
Na jazida de Santa Quitéria, no Ceará, o minério de urânio se encontra associado ao fosfato e para realizar a sua exploração foi criado o Consórcio Santa Quitéria, uma parceria entre a INB e a Galvani. O projeto prevê a instalação de um Complexo Mínero-industrial que visa a extração, beneficiamento e separação dos dois elementos. Serão duas unidades industriais, uma para fabricação de fertilizantes fosfatados e fosfato bicálcio, e a outra para produção de yellowcake – concentrado de urânio. (Jornal da Energia, 07/03)
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