Bolivianos topam negociar

Uma missão técnica da Bolívia, do setor de energia elétrica, esteve no Brasil há poucos dias para reatar entendimentos. Em março retornará, já com possibilidade de avançar nas negociações e assinar alguns protocolos. A Bolívia tem poucas hidrelétricas, que geram cerca de 470 MW. Pelos empreendimentos em construção ou em estudo, essa capacidade poderia ser ampliada para mais de 13 mil MW, incluindo nesse caso, a construção de duas grandes usinas em parceria com o Brasil, uma na fronteira dos dois países, e outra inteiramente em território boliviano, embora próxima à região da fronteira. Como demonstração de boa vontade das duas partes, a elevação da cota do Rio Madeira de 82 para 90 metros, junto à barragem de Jirau (Porto Velho, em Rondônia), poderia ser negociada. Isso implicaria o alagamento de uma pequena área da Bolívia (mais precisamente, uma praia fluvial), o que envolve iniciativas sérias para se reduzir o impacto ambiental no período de cheia do Madeira. (O Globo, 14/02)

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